O comportamento dos colaboradores é extremamente importante para os resultados da sua organização. E, para os gestores que querem liderar equipes de alta performance, é essencial compreender como aproveitar ao máximo as habilidades comportamentais de cada pessoa do time.
Mas isso é um conhecimento que temos hoje. Até bem pouco tempo atrás a forma como as empresas lidavam com as pessoas era, em geral, focada apenas na realização de tarefas e, neste contexto, gestão de pessoas era quase sinônimo de processos extremamente burocráticos.
O cenário mudou a partir do surgimento de novas tendências, que trouxeram às empresas um olhar atualizado, preocupado com outras questões igualmente importantes, como o bem-estar dos colaboradores, a atração, retenção e o desenvolvimento de talentos.
Contextualizando na História…
Foi na década de 1950 que os estudiosos Maslow e Herzberg desenvolveram teorias sobre a motivação, os objetivos e o comportamento das pessoas.
Segundo Herzberg, as condições de trabalho de um colaborador interferem diretamente em sua motivação para ir à empresa todos os dias e realizar o que precisa ser feito.
Já o pensamento de Maslow dá conta de que todo ser humano tem uma hierarquia de necessidades representada pela chamada Pirâmide de Maslow.
Essas descobertas inspiraram reflexões inovadoras sobre como as pessoas reagem às diferentes situações do cotidiano corporativo.
Consequentemente, surgiram tendências com visão mais ampla do que faz diferença para o sucesso das empresas. Uma delas é a gestão comportamental.
Gestão Comportamental: o que é?
Uma metodologia com foco principal em valorizar o capital humano nas empresas – e assim contribuir para uma gestão mais assertiva e que gere mais resultados.
A gestão comportamental entende que profissionais de alta performance não são compostos apenas por suas habilidades técnicas, mas sim por Power Skills. Isso significa que esse tipo de gestão sabe o quanto o conhecimento profundo e o desenvolvimento das habilidades comportamentais (ou soft skills) são essenciais para o sucesso – do indivíduo e da empresa.
Resumindo: cada pessoa desenvolve certas atividades com maior talento e menor esforço; logo, cada colaborador pertence a um grupo de perfis comportamentais. Para o bem do seu negócio, é interessante que você saiba:
- Quem possui quais habilidades e
- Quais habilidades cada cargo demanda.
Por que investir em conhecer as soft skills do seu time é tão essencial?
Saber quais são os perfis comportamentais de cada colaborador, quais soft skills eles já desenvolvem e quais ainda podem desenvolver possibilita uma definição de tarefas mais precisa, além de contribuir para a realização de processos seletivos capazes de atrair as pessoas certas para os cargos certos.
Empresas que implementam a gestão comportamental em seus processos têm as necessidades do negócio aliadas às principais características dos profissionais. Isso cria uma relação que beneficia tanto o colaborador, que trabalha em um ambiente que valoriza e potencializa o que ele tem de melhor a oferecer; quanto a empresa – que ganha pessoas mais motivadas, dispostas e com talentos para atuar com o melhor desempenho em cada área.
Como tirar a gestão comportamental da teoria para a prática?
Um excelente começo é estudar bem a metodologia DISC. Isso significa investir em um mapeamento comportamental que ajude seus gestores a identificar as competências socioemocionais de todos os seus colaboradores (e futuros colaboradores).
Fizemos um resumo de cada um dos perfis, para ajudar você:

O equilíbrio é chave para o bons resultados e, em gestão de pessoas, isso significa compreender os perfis comportamentais dos colaboradores e combiná-los para alcançar times mais conectados e completos.
As dificuldades de uns serão compensadas pelas facilidades de outros e, juntos, todos serão mais eficientes.
Agora que você já sabe o que é uma gestão comportamental é qual a sua importância para os resultados do seu negócio, está na hora de vivenciar isso de forma prática no seu negócio.
